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JANEIRO
POC descobre cinco novos casos de hanseníase em RO

Data da notícia: 2024-02-14 17:48:44
Foto: Assessoria/Divulgação
Das 420 consultas realizadas pela Policlínica Oswaldo Cruz, cinco casos da doença detectados em janeiro

A Policlínica Oswaldo Cruz (POC) realizou, no mês de janeiro, 420 consultas e diagnosticou cinco novos casos de hanseníase no estado de Rondônia. A Secretaria Estadual da Saúde (Sesau) tem enfatizado a necessidade de detectar precocemente os sintomas da doença, com o objetivo de iniciar o tratamento em menor tempo, para prevenir incapacidades e deformidades físicas.

O coordenador do Núcleo de Hanseníase da POC, Wanderlei Ruffato, afirmou que os números são resultados da Campanha “Janeiro Roxo”, que reforçou o atendimento e diagnóstico da doença.

“A conscientização pela informação é o primeiro passo para o melhoramento da qualidade de vida, e a unidade conta com diversos serviços, além de uma equipe capacitada para atender quem necessita”, frisou.

A POC oferece serviços diagnósticos que são: hanseníase em menores de 15 anos, predominantemente neural, recidiva, reinfecção, casos de difícil diagnóstico, reação hansênica de moderada à grave intensidade, esquemas alternativos, e intervenção cirúrgica nas neuropatias compressivas (cirurgias preventivas).

Para buscar atendimento, o usuário do Serviço Único de Saúde (SUS) deve, primeiramente, ir à unidade básica de saúde de referência no município em que reside e agendar a consulta.

“Essas medidas são essenciais para controlar a disseminação da doença, melhorar os resultados de saúde e promover a inclusão social das pessoas afetadas pela hanseníase”, ressaltou o secretário estadual da Saúde, Jefferson Rocha.

A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é causada por infecção com a bactéria Mycobacterium leprae. Ela afeta principalmente a pele, os olhos, o nariz e os nervos periféricos.

Os sintomas incluem manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição da sensibilidade, dormência e fraqueza nas mãos e nos pés. A doença pode ser curada com 6 a 12 meses de terapia com vários medicamentos. O tratamento precoce evita deficiência.

Fonte: Secom

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