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P2P, Tesouro, CDB e poupança, qual traz a melhor rentabilidade?
(PARTE I) Com o passar dos anos, o brasileiro passou a entender melhor e se interessar muito mais pelo mundo dos investimentos. E percebeu, inclusive, que existe uma gama muito diversa de possibilidades para se tornar investidor. Hoje, por exemplo, existem aplicativos que permitem aplicações a partir de R$ 1, enquanto o Tesouro Direto você pode comprar papéis a partir de R$ 30. Mas, dentre todas as opções disponíveis, qual o melhor investimento e qual traz maior rentabilidade? Vamos ao comparativo entre as quatro modalidades de investimentos mais populares do mercado e mais nova aposta dos investidores: a poupança, CDB, Tesouro ou Peer-to-Peer. Poupança: é o modelo de investimentos mais popular do mercado. Afinal, desde criança você ouve que deve poupar para alcançar seus objetivos. Porém, dentre todas as outras opções disponíveis no mercado, a poupança não é a mais vantajosa entre elas porque perde da inflação e o vencimento é mensal, diferente das outras modalidades disponíveis que possuem liquidez diária, ou seja, rende mais dinheiro todos os dias. Se você quer ter um alto retorno do dinheiro aplicado, a poupança não é a melhor das opções. CDB: é o segundo modelo mais popular de investimentos. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é bastante utilizado pelos brasileiros para guardar e investir dinheiro. O CDB é como se fosse um empréstimo do cliente para o banco, o oposto do que costuma acontecer. Então, o cliente escolhe alguma instituição financeira de sua preferência e deposita a quantia mínima determinada pela instituição na aplicação. No momento da contratação, é combinado um prazo para que o dinheiro fique aplicado, e quando se terminar, o cliente pode retirar, além do que ele depositou, a quantia que o investimento rendeu. Há dois tipos de CDB: o pré e pós-fixado. No pré-fixado, o cliente já sabe quanto irá retirar ao final do contrato, enquanto no pós, por sua vez, você conhece o indexador ao qual a aplicação está atrelada, mas não sabe quanto receberá efetivamente ao final do investimento. A peculiaridade é que o CDB já se torna mais atraente que a poupança, por ganhar da inflação, por exemplo, embora tenha risco similar. Porém, é cobrado Imposto de Renda sobre o rendimento, que varia de 15% e 22,5% sobre o lucro, dependendo do tempo que o cliente demorar para resgatar o dinheiro. Tesouro Direto: investir no Tesouro é como se você estivesse emprestando dinheiro ao governo. Você compra uma dívida pública e, após um tempo, recebe o valor investido, depois de um prazo de vencimento do papel acrescido das taxas de rentabilidade, ou seja, juros pelo dinheiro emprestado aos cofres públicos. Com os recursos emprestados ao Tesouro, o governo consegue financiar seus gastos. Mas para o investidor, não é possível comprar um título por conta própria, há a necessidade de se procurar uma corretora que fará a intermediação. O Tesouro tem taxas de rentabilidade maiores que as da poupança e as do CDB. Na modalidade, existe uma variedade de títulos, com formas diferentes de determinar a rentabilidade. Um deles é o pré-fixado que, assim como no CDB, o investidor consegue saber a porcentagem de rentabilidade que terá quando vencer o prazo do título e também os pós-fixados, que rendem conforme à variação da Selic (taxa básica de juros) ou inflação....


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