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COSTA MARQUES
Seas e órgãos discutem projeto para comunidades quilombolas

Data da notícia: 2019-07-30 18:17:10
Foto: Assessoria/Divulgação
Rondônia tem nove comunidades quilombolas; Costa Marques foi o município escolhido para iniciar o projeto piloto

Com a proposta de incrementar o desenvolvimento socioeconômico das comunidades quilombolas, começando pela região de Costa Marques, a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), responsável pela gestão das políticas públicas de direitos humanos, discutiu, na segunda-feira (29), projeto de inclusão social que será desenvolvido em parceria com outros órgãos estaduais e federais, e também instituições sem fins lucrativos, com foco no fomento ao turismo e artesanato para a geração de emprego e renda.
Rondônia possui nove comunidades quilombolas, mas Costa Marques foi o município escolhido para o projeto piloto, segundo a secretária da Seas e primeira-dama, Luana Rocha, porque abriga as mais carentes, que são a Forte Príncipe da Beira e Santa Fé, embora apresente imensa potencialidade para o ecoturismo, por sua fauna, flora, reservas extrativistas, entre outros atrativos, como o histórico Real Forte Príncipe da Beira, localizado na margem direita do rio Guaporé.
Secretária Luana Rocha se reuniu com gestores de órgãos parceiros para definir a capacitação dos quilombolas para o desenvolvimento econômico e social da região.
Na reunião, realizada no auditório Jerônimo Santana, no 9º andar do Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, foram discutidas as formas de participação de cada órgão para a série de ações planejadas, que devem envolver a Seas, superintendências estaduais de Turismo (Setur), de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) e da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel); Departamento Estadual de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER) e as secretarias estaduais do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), da Agricultura (Seagri), Educação (Seduc) e Saúde (Sesau), com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entre outros.
Com base em levantamento do Cadastro Único, que aponta que além da distância e do difícil acesso, a essas comunidades vivem em situação de extrema pobreza e risco social, a titular da Seas explicou que a proposta é capacitar as populações e dar condições para que se desenvolvam economicamente, superando as dificuldades e desafios, aproveitando as potencialidades locais, como a produção de castanha, açaí, seringueiras, aliadas ao incremento ao turismo com melhor atendimento ao visitante, produção de artesanato de forma inovadora e competitiva e incentivo às redes de hotelaria e agências de viagem.

Fonte: Assessoria

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