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SAÚDE
População é orientada sobre procedimentos no HM e UBSs

Data da notícia: 2019-07-25 18:33:51
Foto: Assessoria/Divulgação
Em junho de 2019, foram atendidas mais de 10 mil pessoas no Hospital Municipal, mas apenas 1.746 eram casos de urgência ou emergência

Você sabe que tipo de unidade de saúde procurar ao sofrer pequenos cortes, sentir febre, tosse ou dores por mais de três dias? A procura pelo lugar correto pode facilitar a vida de pacientes e diminuir as filas nas unidades, principalmente no Hospital Municipal Dr. Claudionor Couto Roriz.
A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), conta atualmente com 12 unidades básicas de saúde (UBSs), sete unidades de tratamento especializado e o Hospital Municipal. O atendimento é classificado por cores, segundo determinação do Ministério da Saúde, entre baixa, média e alta complexidade.
Segundo o diretor do Hospital Municipal, Rafael Papa, o atendimento não urgente é considerado como azul, o pouco urgente como verde, o urgente amarelo, muito urgente é laranja e o vermelho é classificado como atendimento emergente.
“Existe uma demanda absurda para as UBSs que acaba vindo para o serviço hospitalar, gerando filas para o atendimento. Para se ter uma ideia, somente em junho deste ano, foram atendidas 10.650 pessoas, mas apenas 1.746 eram considerados casos de urgência ou emergência. Todos os outros pacientes poderiam ter procurado uma UBS mais próxima da casa deles para receber o atendimento, sem tumultuar o hospital”, explicou o diretor.
As consultas de rotina, como dor de garganta, dor de cabeça, unha encravada, dor de ouvido, na coluna, febre, vômito e diarreia, injeções, curativos, retirada de pontos, renovação de receitas e trocas de sondas são atendimentos que devem ser realizados nas UBSs.
As pessoas devem procurar o Hospital Municipal em casos mais graves, como parada cardiorespiratória, acidente vascular cerebral (AVC/derrame), falta de ar intensa, picada ou mordida de animais venenosos, intoxicações, acidente de carro ou moto, ferimentos de arma de fogo ou arma branca, queimaduras e fraturas.
“Parece óbvio especificar esses atendimentos, mas se os pacientes conhecessem a finalidade de cada serviço, evitariam espera desnecessária”, acrescentou Rafael Papa.
Segundo a coordenadora do programa de Estratégia Saúde da Família (ESF), Marlene Alencar, o objetivo da rede básica de saúde é favorecer a prevenção das doenças, por isso o atendimento é agendado de acordo com a classificação de risco do paciente.
“Isso quer dizer que o paciente é avaliado para saber se vai receber o atendimento no mesmo dia ou será agendado. Em casos de urgência, o atendimento é feito sem agendamento, de acordo com a avaliação. E vale ressaltar que o agendamento pode ser feito por telefone, sem a necessidade da pessoa se deslocar até a unidade básica de saúde”, explicou Marlene.

Fonte: Assessoria

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