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SAÚDE
Ji-Paraná registra o menor índice LIRAa em sete anos

Data da notícia: 2019-07-24 17:44:15
Foto: Assessoria/Divulgação
Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus e da febre amarela urbana

Desde 2012, a Prefeitura de Ji-Paraná, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e Divisão de Controle de Endemias, realiza o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) no município, que mede o risco de epidemia de uma cidade. Em 2019, Ji-Paraná registrou o menor índice desde que o LIRAa foi criado.
Os dados foram coletados no primeiro semestre e constataram que a infestação predial relativa ao mosquito está em 0,7%, menor número da história. De acordo com o Ministério da Saúde, esse percentual faz com que o município não tenha risco de epidemia de dengue.
Para o diretor do Departamento de Vigilância em Saúde, Thiago Butzske Freire, o resultado é muito positivo e prova que a população tem contribuído com mais efetividade para a prevenção e no combate e eliminação dos criadouros do mosquito.
“O objetivo é sempre manter o controle dos casos de dengue em Ji-Paraná. Esse resultado se deve ao bom trabalho realizado pelos agentes de endemias, com a intensificação das visitas domiciliares, eliminação de criadouros e tratamento, vistorias em fossas e pontos estratégicos, realização de trabalho com inseticida em locais onde houve registro de possíveis casos e a orientação da população durante as visitas. É um conjunto de fatores que fez muita diferença”, salientou o diretor.
Mesmo com o baixo índice, o relatório apontou que 80% dos criadouros estão dentro dos quintais. Por isso, para combater o Aedes aegypti, os moradores precisam continuar eliminando os locais que acumulam água.
“É preciso adotar uma rotina semanal para esse trabalho, pois estamos, sim, em uma situação confortável, mas não podemos cruzar os braços. Temos que continuar atentos para que esse índice continue controlado. Pedimos o apoio da população no controle dos criadouros” lembrou Samuel Antonio dos Santos, diretor da Divisão de Endemias.

Fonte: Assessoria

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