Jornal Correio Popular

PREVENÇÃO
Defesa Civil monitora nível do rio Madeira

Data da notícia: 2022-01-07 18:49:02
Foto: Assessoria/Divulgação
A equipe da Defesa Civil Municipal vem monitorando a região ribeirinha e urbana

O nível do rio Madeira segue em monitoramento pela Defesa Civil Municipal. Na quinta-feira (6), uma equipe visitou as comunidades ribeirinhas de São Sebastião, Maravilha, Belmonte, Nacional, Beco do Gravatal, além do Canal Santa Bárbara, no bairro Triângulo.

A inspeção durou mais de uma hora e permitiu analisar as encostas ao longo do rio com o objetivo de identificar possíveis desbarrancamentos e pontos críticos como a ocupação irregular de casas na margem do Madeira.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Edmilson Machado, explicou que, atualmente, o nível das águas encontra-se mais de dois metros abaixo da última cheia registrada, em 2019, quando marcou 13,6 metros no mesmo período do ano.

Hoje, o nível do rio está em 11,46 metros, o que não gera motivos para preocupação até o momento. “Estamos monitorando as famílias ribeirinhas e a real situação. Até o momento, não enxergamos expectativas de cheia para o ano de 2022”, disse.

Além do monitoramento, a Defesa Civil Municipal também atua na orientação e distribuição de cartilhas informativas para manter as comunidades atentas aos riscos que podem enfrentar em caso de elevação do rio.

Outra frente de atuação é a fiscalização de construção irregular de casas na beira do rio. “Já notificamos alguns moradores e alertamos sobre o risco. A orientação é que eles desocupem o local no momento da notificação, mas temos observado que muitos voltam assim que a Defesa Civil vai embora”, explicou.

Um Plano de Contingência já está em andamento. O objetivo é alertar todas as secretarias municipais sobre uma eventual cheia do rio Madeira. O fenômeno natural tende a ocorrer em toda a região amazônica entre os meses de novembro e março, período de grande volume de águas e com reflexos nas áreas urbanas e ribeirinhas.

A função das secretarias é organizar as pastas para que elas deem apoio logístico e humanitário à população afetada.


Fonte: Carlos Sabino - Assessoria


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